segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Olá !
Mais um anos letivo que se inicia. Novos desafios, novos temas e novos conhecimentos .
Bom trabalho !

terça-feira, 12 de junho de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Fotossíntese - etapas fotoquímicas e químicas


Tornado Solar Gigante


Tornado Solar gigante filmado pela primeira vez


Filme apresentado no encontro anglo-germânico de Astronomia em Manchester

Cientistas da Universidade de Aberystwyth (Reino Unido) divulgam uma filmagem  realizada em Setembro de 2011, de um tornado solar cinco vezes maior do que a Terra.
O gigantesco tornado "único e espectacular" foi detetado  pelo observatório solar (SDO), um satélite da NASA, lançado há dois anos e que tem por missão estudar o comportamento da nossa estrela , o Sol, sendo que é a primeira vez que um tornado desta dimensão é filmado.

Antes, o satélite SOHO tinha já descoberto tornados mais pequenos, “mas que não puderam ser gravados”, diz o investigador Xing Li, um dos cientistas que descobriu o fenómeno. A equipa acredita que o tornado está relacionado com o desencadeamento das tempestades solares, que se registaram naquele mês.

Para saber mais e visualizar o filme click 


Adaptado de Ciência Hoje de  2  de  Abril de 2012

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Dr. Jorge Paiva

Tem 78 anos, corre dez quilómetros todos os dias e toma sempre duche de água fria. Está aposentado mas continua a fazer investigação em Botânica e a defender a preservação do ambiente através das palestras que faz pelas escolas. Jorge Paiva diz que não lhe resta “muito futuro” mas com tudo o que actualmente faz ainda aceitou o convite para fazer um documentário que vai começar a ser filmado este ano e que implica várias viagens aos Trópicos “para recriar as explorações botânicas que a Universidade de Coimbra fez há dois séculos”.

Aventuras na floresta

Tem percorrido e continua a percorrer a Europa, particularmente a Península Ibérica, Ilhas Macaronésicas, África, América do Sul e Ásia. “Conheço as florestas equatoriais de todos os Continentes", garante.

De todas as viagens guarda na memória aventuras para contar. Uma vez, na África Oriental, enquanto colhia plantas, deparou-se com um elefante apenas a cinco metros de distância. Numa outra expedição dormiu no jipe rodeado de leões e nesse mesmo veículo foi atacado por um búfalo. Episódios que diz serem “nada de especial” pois acredita que “é mais fácil morrer atropelado em Lisboa do que com um problema na selva”.

Aventureiro como poucos, aos 60 anos de idade decidiu ir para a Amazónia fazer uma demonstração. “Estive duas semanas nas margens do Rio da Dúvida, todo nu e sozinho, para demonstrar que sem biodiversidade não vamos sobreviver mas sem dinheiro isso é possível. Fui completamente picado mas foi muito engraçado, comia o que os símios comiam”, lembra.

Espécie que destrói

Uma das coisas que ainda hoje lhe dá prazer é enviar, todos os anos, a duas mil pessoas e entidades um cartão de boas festas sobre problemas ambientais. “Já faço isto há 22 anos porque muitos antigos alunos meus dão aulas com os temas que lá estão e já se habituaram àquilo”, afirma.

De personalidade humilde, não dá grande importância ao facto de ter cinco plantas que adoptaram o seu último nome como homenagem ao seu contributo para a botânica mundial. A última, como noticiou o Ciência Hoje, foi descoberta por César Garcia e apelidada de Dendroceros paivae. “Não acho isso extraordinário, talvez mais importante é ter dado nome a espécies de plantas, fui autor de 140 nomes”, explica.

Jorge Paiva, actualmente a caminho dos 79 anos de idade, anima-se por ainda poder fazer educação ambiental. O que o desanima é não haver mais gente a fazer o mesmo e a impedir a destruição da biodiversidade. “Somos uma espécie estúpida porque estamos a destruir o ecossistema onde vivemos, mais nenhuma espécie faz isto!”, diz.

Adaptado de Ciência Hoje de 23 de Fevereiro de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Fontes hidrotermais da Antártida


Além da sua “forte importância geológica”, pois encontram-se nas zonas de junção de placas tectónicas, as fontes hidrotermais são também importantes pela sua diversidade biológica. Ana Hilário, da Universidade de Aveiro (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar – CESAM), participou numa investigação que a levou a fontes hidrotermais nos fundos marinhos do East Scotia Ridge, Antárctida, no âmbito do Programa Census of Marine Life.

Em conversa com o «Ciência Hoje», a investigadora explicou que “foram encontradas espécies até agora desconhecidas”, como o chamado ‘caranguejo yeti’ ou uma estrela predadora com sete braços. Foram também encontradas “combinações de espécies ainda não registadas, como a existência, no mesmo habitat, de caranguejos e percebes”.
Nas fontes hidrotermais as condições são extremas. “O fluído que sai da chaminé está 400 graus célsius e a água ao seu redor ronda os 8/12 graus”, explica. Além disso, são libertados químicos tóxicos. “A maior parte das formas de vida usa-os como fonte de energia. Dependem não da fotossíntese, mas sim da quimiossíntese”, diz a investigadora.
“Havia razões biogeográficas para querermos estudar estas fontes. Já conhecíamos o Atlântico, o Pacífico, o Índico. Faltava a conexão que seria a Antárctida”. Aqui, as fontes hidrotermais albergam  fauna completamente diferente da que se conhecia até agora.

“Não só encontramos espécies que não conhecíamos como demos conta de combinações de espécies que não tínhamos ainda registado”. A investigação envolveu três missões em três anos sucessivos – 2009, 2010 e 2011. “No primeiro foi só feita observação e nos dois seguintes recolhemos amostras. Estamos agora a fazer a descrição formal das espécies novas e tentar obter financiamento para continuar as investigações”.

Adaptado de Ciência Hoje 


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Melodias