sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Investigadora portuguesa distinguida pela Organização Europeia de Biologia Molecular
A cientista Mónica Bettencourt Dias foi hoje distinguida pela Organização Europeia de Biologia Molecular (EMBO, na sigla em inglês) ao ser incluída na lista anual do organismo dos mais talentosos jovens cientistas da Europa.
A investigadora, que dirige o Laboratório de Regulação do Ciclo Celular do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), foi um dos 17 seleccionados neste programa da EMBO, entre 123 candidaturas. Os cientistas distinguidos são de nove países diferentes, com uma média de idades de 36 anos.
Criado há sete anos, o programa destina-se a identificar os mais prometedores e criativos jovens cientistas europeus, aos quais é facultada ajuda académica, prática e financeira para os anos cruciais das suas carreiras.
Contactada pela Lusa, Mónica Bettencourt Dias congratulou-se com a distinção, tanto pelo que significa de reconhecimento do seu trabalho, como pelas portas que lhe abre. “Acho importante porque reconhece e dá visibilidade internacional à Ciência que se faz em Portugal, que está a crescer, e isso atrai mais colaborações e mais financiamentos”, disse a investigadora.
Por outro lado, para Mónica Bettencourt Dias “o prémio facilita uma rede de contactos, de pessoas e de utilizações de instituições e de equipamentos a que não teria acesso de outra maneira, o que representa uma grande vantagem para o meu laboratório”.
A distinção da EMBO implica a atribuição de 15 mil euros anuais durante quatro anos pelo país-membro da EMBO onde se encontra o laboratório do investigador, neste caso através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
O trabalho que desenvolve desde 2006 no IGC incide nos mecanismos de divisão celular e já mereceu a Mónica Bettencourt Dias, no ano passado, uma “Bolsa de Instalação” da EMBO para estudar a formação do centrosoma, uma estrutura das células que ajuda a regular a sua multiplicação e cuja compreensão pode abrir caminho a novos marcadores de diagnóstico e prognóstico em casos de cancro, bem como a novos alvos terapêuticos.
Mónica Bettencourt Dias é licenciada em Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e regressou em 2006 de Inglaterra, onde se doutorou em Biologia Celular no University College of London.
notícia extraída de Publico.pt - 4 de Novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Água dos oceanos trazida por asteróides cobertos de gelo

Um estudo hoje publicado na revista Nature revela que a água dos oceanos foi trazida à Terra por asteróides cobertos de gelo. O resultado desta investigação contraria a ideia geralmente aceite de que os oceanos e a atmosfera se formaram a partir de gases vulcânicos.
Segundo o principal autor do estudo, o geoquímico francês Francis Albarède, da Escola Normal Superior de Lyon, "asteróides gigantes cobertos de gelo" chocaram com a Terra entre 80 e 130 milhões de anos depois da formação do planeta, trazendo-lhes as suas reservas de água.
Ao introduzir-se no manto terrestre, essa água permitiu o aparecimento da "tectónica das placas, que poderá ter sido crucial para o aparecimento da vida", sublinha o investigador.
Fenómeno responsável pela atmosfera
O fenómeno seria também responsável pela formação da atmosfera, até agora atribuída a "vapores emitidos durante o dealbar do nosso planeta", afirma o investigador num comunicado divulgado pelo Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS) de França.
"A Lua e a Terra eram basicamente secos logo após a formação da Lua, na sequência de um impacto gigante na proto-Terra"" (primeiro estado geológico da Terra), lê-se no comunicado.
Tendo em conta cálculos recentes, as temperaturas eram demasiado elevadas entre o Sol nos seus inícios e a órbita de Júpiter para que elementos voláteis, como vapor de água, pudessem condensar-se nos "embriões planetários".
Muito mais a investigar
Comparando Marte, Vénus e a Terra, três planetas com histórias diferentes, o que distingue a Terra é a existência de placas tectónicas, de oceanos líquidos e de vida.
Num momento em que se procuram planetas extra-solares, deveria tentar saber-se por que razão estes três planetas do Sistema Solar são tão diferentes, sugere o cientista francês.
Extraído do Semanário Expresso de 01/11/2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Descoberta do Sistema Solar em Chaves.
sábado, 17 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Descoberto anel gigante em torno de Saturno
Esta é mais uma descoberta inédita. Cientistas da NASA descobriram um anel gigante em torno de Saturno. Trata-se do maior anel do planeta capaz de abrigar mil milhões de "Terras". O seu diâmetro é equivalente a 300 Saturnos alinhados lado a lado.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Nobel da Medicina para estudo sobre enzima que protege os cromossomas
Os galardoados deste ano, da esquerda para a direita: Carol W. Greider, Jack W. Szostak e Elizabeth H. Blackburn

Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostak são os três cientistas norte-americanos vencedores do Prémio Nobel da Medicina de 2009, pela descoberta “de como os cromossomas são protegidos pelos telómeros e pela enzima telomerase.
Os telómeros são como que as capas dos atacadores dos sapatos, que os impedem de se irem desfiando e desfazendo. Fazem o mesmo aos cromossomas, os aglomerados de material genético que se agrupam em pares, um herdado do pai, outro herdado da mãe, dentro das nossas células.
Mas os telómeros vão diminuindo, a cada divisão celular, e é a enzima telomerase que controla a sua actividade, que os reconstrói. Se a enzima diminui, a protecção dos cromossomas diminui também, e começam a ficar mais sensíveis à degradação.
Esta foi a descoberta de ciência fundamental feita por estes três cientistas, e que tem importantes efeitos para a saúde. As células do cancro, imortais, têm uma altíssima actividade da telomerase, por exemplo. Mas talvez se aprendermos a controlar essa enzima de forma favorável, possamos adiar o envelhecimento – ou adiar doenças relacionadas com o progressivo mal funcionamento da divisão celular.
Notícia extraída do Jornal Público de 05/10/2009
Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostak são os três cientistas norte-americanos vencedores do Prémio Nobel da Medicina de 2009, pela descoberta “de como os cromossomas são protegidos pelos telómeros e pela enzima telomerase.
Os telómeros são como que as capas dos atacadores dos sapatos, que os impedem de se irem desfiando e desfazendo. Fazem o mesmo aos cromossomas, os aglomerados de material genético que se agrupam em pares, um herdado do pai, outro herdado da mãe, dentro das nossas células.
Mas os telómeros vão diminuindo, a cada divisão celular, e é a enzima telomerase que controla a sua actividade, que os reconstrói. Se a enzima diminui, a protecção dos cromossomas diminui também, e começam a ficar mais sensíveis à degradação.
Esta foi a descoberta de ciência fundamental feita por estes três cientistas, e que tem importantes efeitos para a saúde. As células do cancro, imortais, têm uma altíssima actividade da telomerase, por exemplo. Mas talvez se aprendermos a controlar essa enzima de forma favorável, possamos adiar o envelhecimento – ou adiar doenças relacionadas com o progressivo mal funcionamento da divisão celular.
Notícia extraída do Jornal Público de 05/10/2009
CLUBE DE ASTRONOMIA.TANTO QUE JÁ SABEMOS... E TANTO POR DESCOBRIR...
domingo, 4 de outubro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O Segredo da Vida
Um novo ano lectivo vai começar!Ano lectivo 2009/2010.
Penso que não havia melhor maneira de o iniciar: Conhecer a estrutura e função do DNA - a Molécula da Vida.
Depois desta descoberta a Biologia nunca mais foi a mesma. Iniciou-se uma ciência inteiramente nova, que possibilitou avanços e inovações nunca antes pensados.
Penso que não havia melhor maneira de o iniciar: Conhecer a estrutura e função do DNA - a Molécula da Vida.
Depois desta descoberta a Biologia nunca mais foi a mesma. Iniciou-se uma ciência inteiramente nova, que possibilitou avanços e inovações nunca antes pensados.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O MAIS LONGO ECLIPSE TOTAL DO SOL

O mais longo eclipse total do Sol do Século XXI foi observado por dois mil milhões de pessoas na Ásia.
O Sol ficou totalmente encoberto pela Lua numa zona pouco habitada do Pacífico durante 6 minutos e 39 segundos, uma duração recorde que só virá a ser batida no ano de 2132.
O eclipse total demorou menos tempo na Índia (três a quatro minutos) e na cidade chinesa de Xangai (cinco minutos), mas nas duas regiões o céu espessamente coberto de nuvens impediu a observação do fenómeno.
Chuvas torrenciais abateram-se sobre Bombaim, na costa ocidental da Índia, tornando inúteis as lentes escuras que haviam sido compradas em massa para observar o eclipse.
Extraído de O Jornal de Notícias de 22/7/2009
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